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Fabiana Murer conquista mais um ouro inédito para o Brasil

16 de março de 2010

Ao conquistar Medalha de Ouro no salto com vara Fabiana Murer se tornou a primeira mulher a ganhar um Mundial na modalidade olímpica.

Ela venceu a prova de salto com vara e superou a sempre favorita, Yelena Isinbayeva, medalha de ouro em Pequim no ano de 2008. A prova foi no último domingo, dia 13 de março, no Mundial de Indoor de Doha, no Catar, quando Murer saltou 4m80cm, superando a também russa Suetlana Feafanova e a polonesa Anna Rogowka.

Fabiana atingira a quinta posição no último Mundial Indoor de Berlim, em 2009.  Atleta de ponta, ela seguiu treinando com afinco e disposta a superar seus índices. Murer é um destaque numa modalidade que os homens tem predomínio com 11 ouros, mas esta conquista a coloca num patamar superior.

Há dois anos ela foi protagonista de uma história estranha na Olimpíada de Pequim, em 2008, quando não pode competir com a vara a qual estava com que estava acostumada a treinar e com qual queria competir. O acessório simplesmente sumiu na hora da prova e Fabiana perdeu a concentração na tentativa de encontrar o instrumento. Em decorrência da desorganização chinesa perdeu a medalha de ouro, frustrando a atleta, que revoltada afirmou que jamais voltaria a competir naquele país asiático.

Fabiana Murer chegou de volta ao País na madrugada de hoje, 16 de março, no dia de seu aniversário. Ela completou 29 anos e pretende continuar o ritmo dos  treinamentos, com vista à próxima Olimpíada prevista para o Brasil em 2016.

Medalha – Outra medalha conquistada no mesmo certame foi obtida por Keila Costa, que ficou com Bronze no salto triplo para mulheres. Sem a medalha Olímpica de Pequim -  Mauren Maggi, Keila representou o Brasil e este terceiro lugar é significativo com vista às próximas competições e principalmente, quanto a Olimpíada de 2016, que será no Brasil.

Assista:

Nos esportes as mulheres se superam a ganham medalhas

6 de março de 2010

A mulher vem galgando pontos e mostrando não haver contestação quanto às performances vitoriosas. Comecemos com a tenista Maria Esther Bueno, obteve vitórias sucessivas palco mais sagrado do Tênis Mundial – Wimbledon – onde na década de 60 ganhou aquele torneio por duas vezes. Este fato inédito jamais foi jamais foi batido nem por homens nem por mulheres, que até hoje não venceram em Wimbledon.

Foi a partir dos anos 80 que a mídia se abriu mais para os esportes femininos. NO basquete havia duas jogadoras fantásticas Hortência e Paula, bem secundadas por Janete. Eles integravam a seleção que venceu o Pan Americano jogando a final contra Cuba e vencendo e ganhando a medalha de Ouro. No podium, o presidente Fidel Castro não se conteve em brincou com a brasileira Paula, dizendo que se negava a entregar a medalha. Tudo não passou de brincadeira de Fidel, que acabou se rendendo ao talento brasileiro.

No vôlei, os duelos com as cubanas se transformaram em verdadeiras guerras, quando as atletas de ambas a equipes chegaram a vias de fato depois de vitória de Cuba. O time brasileiro era forte e tinha atletas de grande envergadura técnica, com destaque para Márcia Fú, Ana Moser, Mirna, Jaqueline entre outras.

Depois de várias tentativas, o Ouro Olímpico veio em 2008 nas Olimpíadas da China. No time atletas de nível como Fofão, Fabiana, Mari, Paula Pequeno, Fabi e Sheila.

Nas areias o brilho vinha com a dupla Shelda e Sandra, Medalha de Ouro nas Olimpíadas de Atenas, entretanto elas ficaram com a Medalha de Prata.

Na Ginástica Olímpica a gaúcha Daiane dos Santos sagrou-se campeã mundial no solo com o Triplo Carpado, sendo a primeira conquista de uma ginasta.

Nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, que brilhou mesmo foi Mauren Maggi, que obteve Medalha de Ouro no Salto em Distância. Outro título inédito ganha pela mulher.

Chegamos ao futebol, onde depois de demorado processo a equipe brasileira conseguiu um pouco de estrutura da CBF e surgiram craques de bola, onde pontifica Marta, eleita quatro vezes seguida a melhor jogadora do mundo. Ela secundada em brilho com a ponteiro Cristiane e só não chegaram ao ouro porque perderam a final para a Alemanha. Mas indiscutivelmente temos a melhor do mundo.

NO concurso de vela, também houve vitória inédita com a Medalha de Bronze obtida pela equipe brasileira, onde a gaúcha Fernanda foi uma das integrantes deste feito inédito.

Na equipe de natação temos atletas de alto nível e as vitórias virão em pouco tempo.

Enfim, a mulher está vencendo os homens no futebol, onde nenhum obteve o título de Marta. No máximo obtido pelos homens foi bimundial com Ronaldo Fenômeno.

Na direção esportiva também as mulheres se destacam, onde a primeira mulher a assumir a presidência do Flamengo foi Patrícia  assumiu o Flamengo, campeão brasileiro de 2009, mas muitos anos antes uma outra mulher se destacou. Jurema Bagatini, que faleceu em dois de março de 2010.

Ela assumiu a presidência do Esporte Clube Encantado, da cidade de Encantado. Na época, tinha 24 anos e trabalhava como professora de economia doméstica. Ela decidiu trabalhar para reerguer o clube, que estava fechado. Foi uma revolução na época, com tal repercussão que provocou reuniões do antigo Conselho Nacional de Desportos.

A experiência durou pouco mais de um ano, tempo suficiente para levar o Encantado para a primeira divisão do futebol gaúcho e chamou a atenção do país e do exterior. Jurema se considerava a primeira mulher do mundo a dirigir um clube de futebol. Uma lembrança oportuna e uma homenagem a esta mulher que revolucionou conceitos e quebrou paradigmas.

Campeão brasileiro é dirigido por uma mulher

6 de março de 2010

Patrícia Amorim assumiu a presidência do Flamengo, dia cinco de janeiro, o clube mais popular do Brasil logo após a conquista do título brasileiro de 2009. Vereadora do Rio de Janeiro e ex-nadadora e vice-presidente de Esportes Olímpicos do clube, ela manteve além do técnico Andrade, grande parte do elenco campeão, inclusive o jogador Adriano. “Através diálogo vamos unir todas as tendências do clube e agir para o bem do Flamengo. Ele é nosso amor. Não é só um negócio, é também uma paixão e temos que aprender a superar isso. Os problemas do Flamengo podem ser resolvidos por quem está aqui dentro”, disse.
Para chegar à presidência, Patrícia teve de superar cinco candidatos. Ela venceu a eleição com 792 votos dos 2.342 contabilizados, 93 a mais que o segundo colocado.
“Ser a primeira mulher presidente do Flamengo, o maior clube do mundo, é melhor que qualquer sonho que eu pudesse sonhar. Eu sonhei e Cheguei”, disse.