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Publicidade na internet brasileira ultrapassa impressos até 2015

13 de fevereiro de 2012

 

A publicidade na internet brasileira deverá superar os gastos com anúncios em jornais e revistas até 2015, seguindo a onda das economias mais desenvolvidas. A previsão é apontada pela Wark International Ad Forecast, serviço que analisa o segmento. “O tempo gasto com as mídias digitais vem aumentando rapidamente, sendo assim, é natural que os anunciantes migrem para onde se encontram os seus consumidores”, explica o especialista Leandro Kenski, CEO da Media Factory, agência especializada em marketing digital.

Segundo a pesquisa divulgada nesta semana, os mercados emergentes vão garantir o crescimento da publicidade em 2012. Entre os 13 países pesquisados pela Wark, o Brasil deverá apresentar o quarto maior avanço, 8,5%, atrás de Rússia (16,5%), Índia (14%) e China (11,5%).

Em 2010, a publicidade no Brasil ocupou a mesma posição, com avanço de 7,1%. O período foi marcado por decréscimos em algumas das principais economias. Segundo o estudo, a internet puxa o crescimento dos anúncios globalmente, com variação positiva nos países pesquisados de 12,6%, seguida por TV (5,3%), outdoors (5,1%), cinema (3,8%) e rádio (2,9%).

Já os jornais e revistas deverão apresentar leve queda em 2012, de 2% e 1,2%, respectivamente. No caso do Brasil, o aumento da publicidade on-line deverá ser de 23,8%, informa a pesquisa. Já jornais e revistas devem avançar 3,6% e 6%, respectivamente. “Na Media Factory, onde nos especializamos em performance on-line, percebemos que muitos de nossos clientes estão migrando para ações que gerem vendas rapidamente e que possam ser efetivamente mensuradas”, explica Leandro Kenski. “Todas as pesquisas recentes apontam que a velocidade de crescimento do investimento em mídias digitais nos próximos três anos é muito superior a outras mídias”, acrescenta.

Embora os gastos com publicidade on-line nos países pesquisados devam crescer menos em 2012 do que em 2011, quando o aumento foi de 16,6%, o segmento deverá responder por 20% do total investido em anúncios até o fim do ano, informa a Wark.

Entre as chamadas economias desenvolvidas, Alemanha (-0,8%), França (-0,9%) e Itália (-2,3%) apresentarão em 2012 o pior desempenho de sua história na comparação com o ano anterior.

A participação do Brasil no total aplicado nos 13 países examinados tem aumentado: de 3,1%, em 2003, para estimados 4,5%, em 2012. Os Estados Unidos, cuja fatia passou de 50,4% para 41,6% nos últimos dez anos, vem perdendo espaço para países emergentes.

Já a participação da China terá passado de 6,5%, em 2003, para 12,2% em 2012, segundo as séries históricas da Wark.

Fonte: Brasil Econômico – Gouvêa de Souza / Mercado & Consumo

O Livro dos Erros

22 de maio de 2011

por Lícia Peres*

Uma das coisas mais aberrantes com que nos defrontamos neste momento é a utilização de livros destinados à educação com erros crassos da língua portuguesa, ou melhor dizendo, a deseducação institucionalizada. E o MEC serve para quê? Não é sua obrigação defender o nosso idioma como dispõe o artigo 13 da nossa Constituição?

É sabido que a educação se dá através da consolidação do conhecimento. É, portanto, dever da escola ensinar certo, corrigindo quem fala errado, não por discriminação, mas justamente para auxiliar os estudantes no domínio da sua língua materna que os auxiliará no processo de mobilidade social.

A tentativa de alguns ditos especialistas em linguística de flexibilizar as regras da escrita é um tremendo equívoco. “Os pé”, “menas”, “nós fumo”, e tantas expressões oriundas de um aprendizado deficiente em famílias iletradas devem, na escola, ser corrigidas. Assim a instituição estará cumprindo sua função de preparar os estudantes para competir, em igualdade de condições, com aqueles de famílias mais cultas. Não é possível, de forma paternalista, sonegar-lhes o direito de aprender, deixando “passar” os erros cometidos. Até porque o alunato, em qualquer nível, tem aspirações e quer melhorar sua condição de vida. Assim, muitos, mesmo com sacrifício, trabalham de dia e frequentam a escola noturna.

Ademais, há um aspecto que não pode ser desconsiderado. Em qualquer concurso, a exigência em relação ao conhecimento da língua portuguesa costuma ser rigorosa e até mesmo eliminatória. Como alguém oriundo de um ensino deficiente desde as séries iniciais poderá ter êxito em suas pretensões? Nesse caso constata-se a verdadeira discriminação: a que limita de antemão a ascensão dos mais pobres transformando seus sonhos em mera ilusão.

*Socióloga

O que a TV nos manda ver

30 de março de 2011

por Sandra Fernandes*

Você já reparou que temos o hábito consolidado de sentar no sofá, ligar a TV e esperar por informações acerca do que está acontecendo no mundo, dia após dia, ouvindo, consumindo, mas nunca questionan-do? Alguma vez já se perguntou que fatia dos acontecimentos mundiais, nacionais e locais está repre-sentada ali? Já pensou em quanta coisa fica fora dos noticiários? Já parou para refletir que existe al-guém que decide o que entra no ar e o que não entra? Já se perguntou quais critérios essa pessoa usa para fazer essa triagem noticiosa decidindo o que será e o que não será repassado ao telespectador? Será que aquilo que ela considera importante seria o mesmo que você consideraria importante? Se você pudesse selecionar as informações, será que escolheria as mesmas notícias? O que eles mostram ali realmente influencia sua vida?

É assustador pensar que tem alguém decidindo por nós o que iremos saber e aquilo de que não tomare-mos conhecimento. A quem servem esses senhores anônimos, mas conscientes do que fazem, levando mensagens a um público semi-adormecido? Precisamos acordar, despertar de nossa passividade e refle-tir acerca de como são fabricados, distribuídos e vendidos esses produtos chamados notícias, bens in-tangíveis, mas que nem por isso deixam de ser bens de consumo. Ligamos nossa TV despreocupada-mente acreditando que iremos ouvir verdades. Será? Acreditamos que seus “conselhos” são bons. Será que são? Pensamos que as notícias veiculadas refletem realmente o que há de mais importante para saber. Será mesmo? Você já reparou nos anúncios que assiste enquanto espera pelo próximo bloco?

Quem são aquelas empresas que investem milhões para veicular seus nomes e seus produtos naquele chamado horário nobre em que milhões e milhões de pessoas estão, tal qual você, sentados assistindo aquele programa jornalístico?

Claro, elas bancam o custo da produção televisiva que, todos sabemos, é muito alto e que nós recebe-mos gratuitamente em nossos lares. Mas, será que em algum momento não pode haver um choque entre os interesses deles (patrocinadores) e nosso direito de conhecer os fatos e suas verdades? Se houver esse conflito, que sairá ganhando, nós, simples consumidores – e no mais das vezes, nem consumidores somos porque não podemos comprar o que eles vendem – ou os grandes e poderosos grupos que patro-cinam os telejornais e enchem de glamour e de dinheiro os concessionários de canais de TV? Aliás, vale lembrar que as TVs têm apenas concessões e que, portanto, prestam um serviço publico por dele-gação do Estado.

Você já reparou que há varias formas de contar a mesma história? Várias abordagens, várias ênfases, vários significados? Já reparou que normalmente a primeira frase de uma matéria televisiva já determi-na de que forma ela deve ser interpretada e já prepara o caminho para a conclusão que deve ser tomada sobre o que foi dito? Já reparou que não há questões em aberto para você refletir?

Tudo vem pronto, mastigado, resolvido. Em perfeita harmonia como roupa prêt-à-porter e como a co-mida fast-food, também alguém já lhe poupa o trabalho de pensar, de refletir, de analisar os fatos. O risco é você começar a acreditar que não tem capacidade para pensar, já que não lhe dão essa oportuni-dade.

Você já reparou que todos os dias as pessoas repetem, nas ruas, no trabalho, nos bares, a surrada frase “você viu… na TV ontem, que coisa horrível/engraçada/triste/absurda?” E se você, naquela fatídica noite, precisou levar sua sogra para a rodoviária e perdeu o famigerado pautador de assuntos, passa a ser considerado um desprezível e desatualizado cidadão que não leu na cartilha da boiada a lição da noite anterior. O curioso é que todos saem com a mesma opinião pasteurizada sobre os assuntos e ai de você se discordar do senso comum! Em suma, alguém decide sobre o que você vai conversar no dia seguinte e que impressão você vai causar no seu grupo social. Curioso, não? Mais curioso ainda é que tudo isso nos parece normal. Estranho é questionar essas coisas.

Mas precisamos questioná-las. Não podemos permanecer adormecidos, passivos, conformados. Preci-samos ansiar pela verdade simples, clara e objetiva e, sobretudo, não podemos deixar de considerar que toda mensagem é transmitida por alguém que está dentro de um contexto, que faz escolhas, que tem um objetivo ao transmiti-la. É necessário que essas mensagens astutamente elaboradas cheguem a cabeças críticas e conscientes e não apenas depósitos cerebrais de informações e interpretações pré-fabricadas.

* Jornalista e Psicóloga

O Caminho da Tranquilidade

31 de janeiro de 2011

Dalai Lama

É através da arte de escutar que seu espírito se enche de fé e devoção e que você se torna capaz de cultivar a alegria interior e o equilíbrio da mente.

A arte de escutar lhe permite alcançar sabedoria, superando toda ignorância. Então, é vantajoso dedicar-se a ela, mesmo que isso lhe custe a vida.

A arte de escutar é como uma luz que dissipa a escuridão da ignorância.

Se você é capaz de manter sua mente constantemente rica através da arte de escutar, não tem o que temer.

Este tipo de riqueza jamais lhe será tomada. Essa é a maior das riquezas.

Creio que há uma importante distinção a ser feita entre religião e espiritualidade.

Julgo que a religião esteja relacionada aos ensinamentos ou dogmas religiosos, rituais, orações e assim por diante.

Considero que a espiritualidade esteja relacionada com aquelas qualidades do espírito humano – tais como o amor e compaixão, paciência, tolerância, capacidade de perdoar, contentamento, noção de responsabilidade, noção de harmonia – que trazem felicidade tanto para a própria pessoa quanto para os outros.

É por isso que às vezes digo que talvez se possa dispensar a religião.

O que não se pode dispensar são essas qualidades espirituais básicas.
Os inimigos externos não são permanentes. Se lhes mostrarmos respeito, eles se tornarão nossos amigos.

Mas o inimigo interno é um eterno inimigo a quem nunca devemos ceder.

Este inimigo mora em nossos corações.

Não podemos transformar os maus pensamentos em nossos amigos, mas precisamos confrontá-los e controlá-los.

A essência de toda a vida espiritual é a emoção que existe dentro de você, é a sua atitude para com os outros.

Se a sua motivação é pura e sincera, todo o resto vem por si.

Você pode desenvolver essa atitude correta para com seus semelhantes baseando-se na bondade, no amor, no respeito e, sobretudo na clara percepção da singularidade de cada ser humano.

Escritura

11 de janeiro de 2011

Berenice Sica Lamas*

acadêmicas estudiosas
dizem a escrita feminina
é da ordem do impossível
(como o desejo?)
não é fácil, concordo
todavia não me sinto incapaz
às vezes desanimo desinspirada
até enclausuro encontro tempos
nunca impossibilitada

teimosamente
na orla do amarelo horizonte
há um sempre possível
dizendo

vem!

* Escritora e acadêmica da Academia Literária Feminina RS

Super-heróis são maus modelos

21 de agosto de 2010

por Arnaldo Rabelo

Segundo a Dra. Sharon Lamb, professora emérita da Universidade de Massachusetts-Boston, a imagem de super-heróis batendo em vilões pode não ser boa se a sociedade quiser promover comportamentos masculinos mais gentis e menos estereotipados.

Em comunicado divulgado pela entidade, ela afirmou existir uma grande diferença entre os heróis dos filmes de hoje e os dos quadrinhos do passado. Em suas próprias palavras, “os heróis de hoje participam de ações ininterruptas de violência”. Esses personagens seriam agressivos, sarcásticos e raramente demonstrariam a virtude de fazer o bem à humanidade. Sharon diz ainda que, despidos de seus trajes de heróis, estes homens são péssimos exemplos: exploram as mulheres e mostram sua masculinidade com armas poderosas.

Para a psicóloga, o exemplo típico desse novo Super-Herói moderno é o Ironman, ou Homem-de-Ferro.

Segundo ela, a grande diferença dos personagens dos quadrinhos do passado para os atuais super-heróis dos filmes é que os primeiros representavam modelos nos quais os garotos podiam se espelhar – já que, despidos de seus trajes, eles seriam pessoas reais, com problemas reais e vulnerabilidades.

A psicóloga afirma ainda que, na mídia de hoje, só existem duas imagens com as quais os garotos pode se identificar: super-heróis ou vagabundos. De acordo com ela, após uma pesquisa feita com 674 meninos de 4 a 18 anos, a conclusão é a de que a publicidade se aproveita do fato de que jovens precisam moldar sua identidade durante a adolescência. O truque seria então lhes “vender” uma versão limitada de masculinidade.

Para ela, a solução seria ensinar os jovens a se distanciarem dessas imagens e encorajá-los a achar as “mentiras” nelas.

Outros estudos mostram que o interesse que meninos entre 4 e 8 anos têm por super-heróis é determinado por sua necessidade natural de maior poder e controle, nesta fase da vida em que ganha certa autonomia. Seria uma forma de aprender a lidar com esta autonomia, garantindo a auto-sobrevivência. Esta está longe de ser uma questão simples.

Fonte: Info

Espantoso crescimento da Internet como mídia

29 de abril de 2010

por Eloá Muniz

A Zenith Optimedia realizou estudo em que a Internet aparece como terceira maior mídia do mundo. Está à frente das revistas e já se aproxima dos jornais.

A rede conquistou em todo o mundo um investimento da ordem de US$ 55 bilhões e, dessa maneira, detêm 12,6% da verba publicitária ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1%, e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.

Para 2012 a projeção é atingir o share de 17,1%, a Internet se aproxime dos jornais, que deverão contar com 19,4% dos investimentos. A Zenith também prevê um crescimento do mercado publicitário de 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.

Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina se destaca. Após um ano registrando o crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que representa a movimentação de cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012. A América do Norte é a região que passa por mais dificuldades, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com investimentos abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%.

Após 18 meses revisando para baixo as expectativas, a empresa apontou, em um estudo anterior, a possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, portanto esse é o segundo relatório consecutivo com revisão para cima.

Agenda

29 de abril de 2010

25 e 26.08.2010, participará da Oficina do Programa Pró-Equidade de Gênero: oportunidades iguais, respeito à diferença, promovido pela Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, Presidência da República, no Hotel San Marco, em Brasília, DF, representando a CMM – Coordenação Municipal da Mulher.

22.07.2010, às 15h20min a Consultora em Comunicação Estratégica Eloá Muniz apresentará o painel com o tema “Mulher Negra e a Mídia, no seminário “Mulher Negra em Foco” em alusão a data comemorativa ao dia Internacional da Mulher Afro Americana e Caribenha, no auditório do Banco Central, na Rua Sete de Setembro, 586, Porto Alegre, RS.

10.05.2010, às 14h30min a Consultora em Comunicação Estratégica Eloá Muniz apresentará o tema Marketing Político e Eleitoral: Sedução na construção da imagem, em evento promovido pelo Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, o 1º Seminário Estadual de Formação Política Mulheres no Poder, no Plenarinho da Assembléia Legislativa (3º andar). Veja programação completa.

26.04.2010, das 9h45min às 15h30min, palestra com o tema Equidade de Gênero e significação na Comunicação, com a consultora em Comunicação Estratégica Eloá Muniz, no IX Encontro de Coordenadorias Municipais do RS, no Hotel Ritter, em Porto Alegre.

06.04.2010, das 13h30min às 17h30min – realização das eleições do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, na Assembleia Legislativa, na sala José Antônio Lutzemberger.

Cresce o número de famílias na classe A

6 de março de 2010

O topo da pirâmide social mantem-se em crescimento desde 2006, apresentando um aumento de 303 mil novas famílias nos último sete anos. Estas famílias possuem um rendimento mensal acima de R$ 10 mil reais, 20 salários mínimos. São pessoas com perfil diversificado composto por profissionais liberais até consumidores de artigos de luxo, como Porsches e helicópteros.

Com base nas estatísticas do IBGE sabe-se que o rendimento médio da classe A é hoje 48% maior que em 2002. Entretanto, apesar desse crescimento, a classe A em relação ao total da população não alterou, ainda representa apenas 1,9% das famílias brasileiras.

Em comparação, do fim de 2002 até 2009, 1, 146 milhão de famílias ascenderam à classe B (renda de 10 a 20 salários mínimos) e 7,772 milhões à classe C (renda de 3 a 10 salários mínimos). O crescimento da renda não foi muito diferente entre as categorias: dobrou na classe A, cresceu 116% na classe B e 142% para a C.

O crescimento da classe C tornou-se o grande investimento do comércio e da propaganda, mas a classe A mantém-se acima da marca de um milhão de famílias desde 2006 e continua crescendo.

Pratibha Patil é presidente da Índia

6 de março de 2010

Mesmo sendo mulher e viúva ela se tornou a 12ª presidente da República e sua eleição em 2007 foi festejada nas ruas de Nova Déli, pois representava uma mudança social. Ela fortaleceu a luta contra a discriminação das mulheres indianas. Com uma fibra inesgotável, sua prioridade era a questão do gênero. Por meio do banco cooperativo criou o Pratibha Mahila Sahakari Bank que financiou empréstimos para mulheres empreendedoras e também no campo agrícola. Tem combatido o feteocídio de e o casamento infantil.

Sobretudo Patil era indelevelmente associada à família Ghandi e integrante do Partido do Congresso e seu pensamento ditou seus atos “Ninguém nasce com sorte. Você tem que ser determinada e dedicada, só isso”.

Uma dalit, Meira Kumar, foi eleita pela primeira vez presidente do Parlamento Indiano, em 1985, e faz parte da revolução que as mulheres promovem em seu país, onde os intocáveis iniciam uma escalada de poder.

Oriunda da classe social mais baixa, Kumar persegue o sonho de justiça social de Mahatma Ghandi. Advogada por formação foi ministra da Justiça, em que defendeu a causa dos intocáveis.

Meira Kumar preside um Legislativo composto de 543 membros, dos quais apenas 58 são mulheres. Foi eleita presidente do Parlamento por unanimidade, contando inclusive com o voto dos parlamentares brâmanes.