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Brasil tem o primeiro portal de Consumo Colaborativo

10 de janeiro de 2012

  O DescolaAí.com possibilita o acesso aos produtos o que evita a necessidade de novas compras e aumenta a vida útil dos objetos.

Quem nunca comprou algo por impulso que acabou encostado em um canto da casa? Ou precisa de um objeto por um curto período de tempo e não vê a necessidade de comprá-lo? O portal DescolaAi.com foi desenvolvido para reunir, de forma segura, quem tem um objeto a emprestar a quem precisa de alguma coisa.

De livros, CDs, até equipamentos esportivos, ferramentas, barracas de camping e outros objetos podem ser disponibilizados ou procurados no primeiro portal brasileiro do gênero. Isso faz com que os produtos possam integrar o banco de dados do site e assim, ser usado por mais pessoas e mais vezes. “Várias vezes compramos coisas que usamos pouco e que acabam até estragando por falta de uso”, comenta o diretor do portal, Gui Brammer. O DescolaAí.com aumenta a vida útil dos produtos.

Ao acessar o portal e se cadastrar, o usuário pode procurar por um objeto que esteja precisando, como uma raquete, por exemplo. O sistema realiza uma busca baseada no CEP (Código de Endereçamento Postal) e identifica a pessoa mais próxima geograficamente que possa emprestá-la.

Assim que a oferta e a demanda são identificadas, o sistema coloca os dois usuários em contato e gera um código de segurança que somente será conhecido por eles, para que se identifiquem. A negociação do valor, o tempo do empréstimo e a entrega serão definidos pelos usuários, nesta etapa do processo.

Para garantir a segurança do dono do objeto que será emprestado, o sistema registra os dados do cartão de crédito do locatário e estipula um valor – que será usado como caução -, para o caso do produto ser devolvido danificado.

Após a devolução, o sistema acusa o fim do empréstimo, libera o pagamento para o dono do produto e solicita – a quem emprestou e a quem tomou emprestado – que pontuem a atuação um do outro, de forma a criar um ranking com os usuários do portal mais confiáveis. “O DescolaAí.com possibilita que os produtos não fiquem parados na casa das pessoas e que elas possam ter lucro com eles”, comenta Brammer.

Depois de um período de testes rigorosos nos sistemas de segurança e pagamento, o portal foi lançado em julho, com a função aluguel (empréstimo remunerado). Em breve, irá contemplar uma plataforma virtual para a realização da troca de produtos entre os usuários cadastrados. Outra iniciativa que está prevista para os próximos meses é a criação de eventos, nos quais os usuários poderão se conhecer pessoalmente e realizar empréstimos ou trocas.

Conceito de Consumo Colaborativo – O DescolaAí.com traz ao Brasil o conceito de Consumo Colaborativo, que estimula que os produtos sejam usados por mais pessoas, aumentando sua vida útil e evitando o uso de novas matérias-primas.

Essa ideia nasceu nos Estados Unidos, nos anos 2000, como uma alternativa ao modelo de consumo excessivo que marcou a sociedade norte-americana nos anos 80. Lá, por exemplo, há mais de 50 milhões de furadeiras no mercado e, em média, cada uma delas é usada em toda a sua vida útil, de 6 a 13 minutos.

A prática do Consumo Colaborativo combina com as atuais demandas da sociedade por ações sustentáveis. Segundo Gui Brammer, quando se empresta um produto, se deixa de comprar um novo e se reduz a extração de novas matérias primas. Além disso, o acesso aos bens também é um benefício social. “Mais que o livro em si, o acesso a ele é o real ganho à população”, completa o executivo.

O DescolaAí.com é gerenciado pela GreenBusiness, empresa liderada por Gui Brammer e especializada em soluções de logística reversa. Entre suas ações, a companhia gerencia a TerraCycle no Brasil.

Para conhecer o site, acesse www.descolaai.com e faça seu cadastro.

Fonte: Maxpress

Mulheres desaprovam retrato que mídia faz delas

6 de setembro de 2011

Corpo, mídia e sexualidade. Este é um dos temas da pesquisa “Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado”, realizada em 2010 pela Fundação Perseu Abramo, por meio de seu Núcleo de Opinião Pública, e em parceria com o SESC, mostra como a mulher se sente em relação ao próprio corpo.

Se os homens em geral apreciam ver rostos e corpos de belas mulheres na publicidade e em programas de TV, para as mulheres essa representação, além de pouco atraentre, contribui para uma desvalorização da classe feminina.

Para Gustavo Venturi, professor do departamento de sociologia da Universidade de São Paulo e um dos coordenadores da pesquisa, a opinião das entrevistadas ”mostra um amadurecimento da reflexão sobre a imagem da mulher. O percentual de desaprovação já era alto em 2001 e agora, cresceu mais. Isso mostra que elas estão conscientes de que a mídia, muitas vezes, impõe padrões que não são reais e que não representam a figura feminina”.

Outro dado interessante revelado pela pesquisa é que a grande maioria das mulheres (74%) é a favor de algum tipo de controle (governamental ou do próprio mercado) sobre o teor do conteúdo exibido pela publicidade e pela mídia. “Esse índice nos causou bastante surpresa porque é comum a sociedade reagir de maneira negativa a qualquer possível ideia de controle ou censura”, comenta o pesquisador.

Confira alguns números da pesquisa: 

Quatro em cada cinco (80% hoje, 77% em 2001) acham ruim que “na televisão sempre tem programas com mulheres dançando com roupas curtas, mostrando bastante o corpo”, sobretudo por avaliar que isso “dá muita atenção só para o corpo e desvaloriza todas as mulheres” (51%, contra 56% antes).

Três em cada quatro brasileiras (74%) são favoráveis a “um maior controle da programação e da publicidade na TV”, dividindo-se entre as que acreditam que isso deve ser feito por autorregulamentação das TVs e agências de publicidade” (38%), as favoráveis a uma “maior fiscalização ou censura por parte do governo” (37%), e ainda as que prefeririam o controle “por um órgão ou conselho com pessoas da sociedade” (20%).

A maioria das mulheres (64% hoje, 59% em 2001) avalia que de um modo geral elas próprias “saem perdendo” por ser comum no Brasil usarem “roupas que marcam o corpo, como calças justas, saias curtas e blusas decotadas”. Apenas 9% acreditam que as mulheres “saem ganhando” com isso (18% em 2001).

Apenas 50% das mulheres hoje (54% em 2001) declaram-se totalmente satisfeitas “com sua aparência física” em comparação a 70% dos homens;

Entre a quase metade das mulheres (47%) que não está plenamente satisfeita com sua aparência, declaram-se espontaneamente descontentes com a barriga 15%, acima do peso 14% e com os seis 7%.

Meio & Mensagem/Fundação Perseu Abramo

O Livro dos Erros

22 de maio de 2011

por Lícia Peres*

Uma das coisas mais aberrantes com que nos defrontamos neste momento é a utilização de livros destinados à educação com erros crassos da língua portuguesa, ou melhor dizendo, a deseducação institucionalizada. E o MEC serve para quê? Não é sua obrigação defender o nosso idioma como dispõe o artigo 13 da nossa Constituição?

É sabido que a educação se dá através da consolidação do conhecimento. É, portanto, dever da escola ensinar certo, corrigindo quem fala errado, não por discriminação, mas justamente para auxiliar os estudantes no domínio da sua língua materna que os auxiliará no processo de mobilidade social.

A tentativa de alguns ditos especialistas em linguística de flexibilizar as regras da escrita é um tremendo equívoco. “Os pé”, “menas”, “nós fumo”, e tantas expressões oriundas de um aprendizado deficiente em famílias iletradas devem, na escola, ser corrigidas. Assim a instituição estará cumprindo sua função de preparar os estudantes para competir, em igualdade de condições, com aqueles de famílias mais cultas. Não é possível, de forma paternalista, sonegar-lhes o direito de aprender, deixando “passar” os erros cometidos. Até porque o alunato, em qualquer nível, tem aspirações e quer melhorar sua condição de vida. Assim, muitos, mesmo com sacrifício, trabalham de dia e frequentam a escola noturna.

Ademais, há um aspecto que não pode ser desconsiderado. Em qualquer concurso, a exigência em relação ao conhecimento da língua portuguesa costuma ser rigorosa e até mesmo eliminatória. Como alguém oriundo de um ensino deficiente desde as séries iniciais poderá ter êxito em suas pretensões? Nesse caso constata-se a verdadeira discriminação: a que limita de antemão a ascensão dos mais pobres transformando seus sonhos em mera ilusão.

*Socióloga

O que a TV nos manda ver

30 de março de 2011

por Sandra Fernandes*

Você já reparou que temos o hábito consolidado de sentar no sofá, ligar a TV e esperar por informações acerca do que está acontecendo no mundo, dia após dia, ouvindo, consumindo, mas nunca questionan-do? Alguma vez já se perguntou que fatia dos acontecimentos mundiais, nacionais e locais está repre-sentada ali? Já pensou em quanta coisa fica fora dos noticiários? Já parou para refletir que existe al-guém que decide o que entra no ar e o que não entra? Já se perguntou quais critérios essa pessoa usa para fazer essa triagem noticiosa decidindo o que será e o que não será repassado ao telespectador? Será que aquilo que ela considera importante seria o mesmo que você consideraria importante? Se você pudesse selecionar as informações, será que escolheria as mesmas notícias? O que eles mostram ali realmente influencia sua vida?

É assustador pensar que tem alguém decidindo por nós o que iremos saber e aquilo de que não tomare-mos conhecimento. A quem servem esses senhores anônimos, mas conscientes do que fazem, levando mensagens a um público semi-adormecido? Precisamos acordar, despertar de nossa passividade e refle-tir acerca de como são fabricados, distribuídos e vendidos esses produtos chamados notícias, bens in-tangíveis, mas que nem por isso deixam de ser bens de consumo. Ligamos nossa TV despreocupada-mente acreditando que iremos ouvir verdades. Será? Acreditamos que seus “conselhos” são bons. Será que são? Pensamos que as notícias veiculadas refletem realmente o que há de mais importante para saber. Será mesmo? Você já reparou nos anúncios que assiste enquanto espera pelo próximo bloco?

Quem são aquelas empresas que investem milhões para veicular seus nomes e seus produtos naquele chamado horário nobre em que milhões e milhões de pessoas estão, tal qual você, sentados assistindo aquele programa jornalístico?

Claro, elas bancam o custo da produção televisiva que, todos sabemos, é muito alto e que nós recebe-mos gratuitamente em nossos lares. Mas, será que em algum momento não pode haver um choque entre os interesses deles (patrocinadores) e nosso direito de conhecer os fatos e suas verdades? Se houver esse conflito, que sairá ganhando, nós, simples consumidores – e no mais das vezes, nem consumidores somos porque não podemos comprar o que eles vendem – ou os grandes e poderosos grupos que patro-cinam os telejornais e enchem de glamour e de dinheiro os concessionários de canais de TV? Aliás, vale lembrar que as TVs têm apenas concessões e que, portanto, prestam um serviço publico por dele-gação do Estado.

Você já reparou que há varias formas de contar a mesma história? Várias abordagens, várias ênfases, vários significados? Já reparou que normalmente a primeira frase de uma matéria televisiva já determi-na de que forma ela deve ser interpretada e já prepara o caminho para a conclusão que deve ser tomada sobre o que foi dito? Já reparou que não há questões em aberto para você refletir?

Tudo vem pronto, mastigado, resolvido. Em perfeita harmonia como roupa prêt-à-porter e como a co-mida fast-food, também alguém já lhe poupa o trabalho de pensar, de refletir, de analisar os fatos. O risco é você começar a acreditar que não tem capacidade para pensar, já que não lhe dão essa oportuni-dade.

Você já reparou que todos os dias as pessoas repetem, nas ruas, no trabalho, nos bares, a surrada frase “você viu… na TV ontem, que coisa horrível/engraçada/triste/absurda?” E se você, naquela fatídica noite, precisou levar sua sogra para a rodoviária e perdeu o famigerado pautador de assuntos, passa a ser considerado um desprezível e desatualizado cidadão que não leu na cartilha da boiada a lição da noite anterior. O curioso é que todos saem com a mesma opinião pasteurizada sobre os assuntos e ai de você se discordar do senso comum! Em suma, alguém decide sobre o que você vai conversar no dia seguinte e que impressão você vai causar no seu grupo social. Curioso, não? Mais curioso ainda é que tudo isso nos parece normal. Estranho é questionar essas coisas.

Mas precisamos questioná-las. Não podemos permanecer adormecidos, passivos, conformados. Preci-samos ansiar pela verdade simples, clara e objetiva e, sobretudo, não podemos deixar de considerar que toda mensagem é transmitida por alguém que está dentro de um contexto, que faz escolhas, que tem um objetivo ao transmiti-la. É necessário que essas mensagens astutamente elaboradas cheguem a cabeças críticas e conscientes e não apenas depósitos cerebrais de informações e interpretações pré-fabricadas.

* Jornalista e Psicóloga

O Caminho da Tranquilidade

31 de janeiro de 2011

Dalai Lama

É através da arte de escutar que seu espírito se enche de fé e devoção e que você se torna capaz de cultivar a alegria interior e o equilíbrio da mente.

A arte de escutar lhe permite alcançar sabedoria, superando toda ignorância. Então, é vantajoso dedicar-se a ela, mesmo que isso lhe custe a vida.

A arte de escutar é como uma luz que dissipa a escuridão da ignorância.

Se você é capaz de manter sua mente constantemente rica através da arte de escutar, não tem o que temer.

Este tipo de riqueza jamais lhe será tomada. Essa é a maior das riquezas.

Creio que há uma importante distinção a ser feita entre religião e espiritualidade.

Julgo que a religião esteja relacionada aos ensinamentos ou dogmas religiosos, rituais, orações e assim por diante.

Considero que a espiritualidade esteja relacionada com aquelas qualidades do espírito humano – tais como o amor e compaixão, paciência, tolerância, capacidade de perdoar, contentamento, noção de responsabilidade, noção de harmonia – que trazem felicidade tanto para a própria pessoa quanto para os outros.

É por isso que às vezes digo que talvez se possa dispensar a religião.

O que não se pode dispensar são essas qualidades espirituais básicas.
Os inimigos externos não são permanentes. Se lhes mostrarmos respeito, eles se tornarão nossos amigos.

Mas o inimigo interno é um eterno inimigo a quem nunca devemos ceder.

Este inimigo mora em nossos corações.

Não podemos transformar os maus pensamentos em nossos amigos, mas precisamos confrontá-los e controlá-los.

A essência de toda a vida espiritual é a emoção que existe dentro de você, é a sua atitude para com os outros.

Se a sua motivação é pura e sincera, todo o resto vem por si.

Você pode desenvolver essa atitude correta para com seus semelhantes baseando-se na bondade, no amor, no respeito e, sobretudo na clara percepção da singularidade de cada ser humano.

Escritura

11 de janeiro de 2011

Berenice Sica Lamas*

acadêmicas estudiosas
dizem a escrita feminina
é da ordem do impossível
(como o desejo?)
não é fácil, concordo
todavia não me sinto incapaz
às vezes desanimo desinspirada
até enclausuro encontro tempos
nunca impossibilitada

teimosamente
na orla do amarelo horizonte
há um sempre possível
dizendo

vem!

* Escritora e acadêmica da Academia Literária Feminina RS

Super-heróis são maus modelos

21 de agosto de 2010

por Arnaldo Rabelo

Segundo a Dra. Sharon Lamb, professora emérita da Universidade de Massachusetts-Boston, a imagem de super-heróis batendo em vilões pode não ser boa se a sociedade quiser promover comportamentos masculinos mais gentis e menos estereotipados.

Em comunicado divulgado pela entidade, ela afirmou existir uma grande diferença entre os heróis dos filmes de hoje e os dos quadrinhos do passado. Em suas próprias palavras, “os heróis de hoje participam de ações ininterruptas de violência”. Esses personagens seriam agressivos, sarcásticos e raramente demonstrariam a virtude de fazer o bem à humanidade. Sharon diz ainda que, despidos de seus trajes de heróis, estes homens são péssimos exemplos: exploram as mulheres e mostram sua masculinidade com armas poderosas.

Para a psicóloga, o exemplo típico desse novo Super-Herói moderno é o Ironman, ou Homem-de-Ferro.

Segundo ela, a grande diferença dos personagens dos quadrinhos do passado para os atuais super-heróis dos filmes é que os primeiros representavam modelos nos quais os garotos podiam se espelhar – já que, despidos de seus trajes, eles seriam pessoas reais, com problemas reais e vulnerabilidades.

A psicóloga afirma ainda que, na mídia de hoje, só existem duas imagens com as quais os garotos pode se identificar: super-heróis ou vagabundos. De acordo com ela, após uma pesquisa feita com 674 meninos de 4 a 18 anos, a conclusão é a de que a publicidade se aproveita do fato de que jovens precisam moldar sua identidade durante a adolescência. O truque seria então lhes “vender” uma versão limitada de masculinidade.

Para ela, a solução seria ensinar os jovens a se distanciarem dessas imagens e encorajá-los a achar as “mentiras” nelas.

Outros estudos mostram que o interesse que meninos entre 4 e 8 anos têm por super-heróis é determinado por sua necessidade natural de maior poder e controle, nesta fase da vida em que ganha certa autonomia. Seria uma forma de aprender a lidar com esta autonomia, garantindo a auto-sobrevivência. Esta está longe de ser uma questão simples.

Fonte: Info

Espantoso crescimento da Internet como mídia

29 de abril de 2010

por Eloá Muniz

A Zenith Optimedia realizou estudo em que a Internet aparece como terceira maior mídia do mundo. Está à frente das revistas e já se aproxima dos jornais.

A rede conquistou em todo o mundo um investimento da ordem de US$ 55 bilhões e, dessa maneira, detêm 12,6% da verba publicitária ficando atrás apenas dos jornais, com 23,1%, e da televisão, com 39,4%. As revistas estão agora em quarto lugar, com 10,3%.

Para 2012 a projeção é atingir o share de 17,1%, a Internet se aproxime dos jornais, que deverão contar com 19,4% dos investimentos. A Zenith também prevê um crescimento do mercado publicitário de 2,2% em 2010 na comparação com 2009, ano que teve uma queda próxima a 10%. A expectativa é que os investimentos cheguem à US$ 456 bilhões em todo o mundo neste ano e que, para os anos seguintes, o mercado cresça mais 4,1% em 2011 e outros 5,3% em 2012.

Se o estudo for dividido por regiões, a América Latina se destaca. Após um ano registrando o crescimento irrisório de 0,4%, 2010 promete uma alta de 9,3%, o que representa a movimentação de cerca de US$ 33 bilhões, com possibilidade de chegar a US$ 38 bi em 2012. A América do Norte é a região que passa por mais dificuldades, e a publicidade dos Estados Unidos deverá fechar com investimentos abaixo de 2009, cerca de 2% menos. O mercado europeu deverá crescer 0,4%, enquanto a Ásia subirá na casa de 5,9%.

Após 18 meses revisando para baixo as expectativas, a empresa apontou, em um estudo anterior, a possibilidade de crescimento mundial de apenas 0,9%, portanto esse é o segundo relatório consecutivo com revisão para cima.

Agenda

29 de abril de 2010

25 e 26.08.2010, participará da Oficina do Programa Pró-Equidade de Gênero: oportunidades iguais, respeito à diferença, promovido pela Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, Presidência da República, no Hotel San Marco, em Brasília, DF, representando a CMM – Coordenação Municipal da Mulher.

22.07.2010, às 15h20min a Consultora em Comunicação Estratégica Eloá Muniz apresentará o painel com o tema “Mulher Negra e a Mídia, no seminário “Mulher Negra em Foco” em alusão a data comemorativa ao dia Internacional da Mulher Afro Americana e Caribenha, no auditório do Banco Central, na Rua Sete de Setembro, 586, Porto Alegre, RS.

10.05.2010, às 14h30min a Consultora em Comunicação Estratégica Eloá Muniz apresentará o tema Marketing Político e Eleitoral: Sedução na construção da imagem, em evento promovido pelo Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, o 1º Seminário Estadual de Formação Política Mulheres no Poder, no Plenarinho da Assembléia Legislativa (3º andar). Veja programação completa.

26.04.2010, das 9h45min às 15h30min, palestra com o tema Equidade de Gênero e significação na Comunicação, com a consultora em Comunicação Estratégica Eloá Muniz, no IX Encontro de Coordenadorias Municipais do RS, no Hotel Ritter, em Porto Alegre.

06.04.2010, das 13h30min às 17h30min – realização das eleições do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, na Assembleia Legislativa, na sala José Antônio Lutzemberger.

Cresce o número de famílias na classe A

6 de março de 2010

O topo da pirâmide social mantem-se em crescimento desde 2006, apresentando um aumento de 303 mil novas famílias nos último sete anos. Estas famílias possuem um rendimento mensal acima de R$ 10 mil reais, 20 salários mínimos. São pessoas com perfil diversificado composto por profissionais liberais até consumidores de artigos de luxo, como Porsches e helicópteros.

Com base nas estatísticas do IBGE sabe-se que o rendimento médio da classe A é hoje 48% maior que em 2002. Entretanto, apesar desse crescimento, a classe A em relação ao total da população não alterou, ainda representa apenas 1,9% das famílias brasileiras.

Em comparação, do fim de 2002 até 2009, 1, 146 milhão de famílias ascenderam à classe B (renda de 10 a 20 salários mínimos) e 7,772 milhões à classe C (renda de 3 a 10 salários mínimos). O crescimento da renda não foi muito diferente entre as categorias: dobrou na classe A, cresceu 116% na classe B e 142% para a C.

O crescimento da classe C tornou-se o grande investimento do comércio e da propaganda, mas a classe A mantém-se acima da marca de um milhão de famílias desde 2006 e continua crescendo.