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	<title>Comentários sobre feminal | próprio da mulher</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>Comentário sobre Quem somos por Fernando</title>
		<link>http://www.feminal.com.br/quem-somos/comment-page-1/#comment-43</link>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 17:37:11 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns por esse espaço, uma via alternativa para a mulher fazer valer seus dieitos, opiniões, conceitos e muito mais. Feliz iniciativa, nota 10. Emboa não seja mulher, gostaria de participar mais desse espaço, desde que vocês aceitem. Aguardo resposta para meu E-mail. Em acontecendo, falarei sobre minha pessoa. Um beijo para todas vocês.
Fernando (Fefos).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns por esse espaço, uma via alternativa para a mulher fazer valer seus dieitos, opiniões, conceitos e muito mais. Feliz iniciativa, nota 10. Emboa não seja mulher, gostaria de participar mais desse espaço, desde que vocês aceitem. Aguardo resposta para meu E-mail. Em acontecendo, falarei sobre minha pessoa. Um beijo para todas vocês.<br />
Fernando (Fefos).</p>
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		<title>Comentário sobre Editorial por Telia Negrão</title>
		<link>http://www.feminal.com.br/editorial/comment-page-1/#comment-38</link>
		<dc:creator>Telia Negrão</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 12:47:04 +0000</pubDate>
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		<description>Que o “in” nos mova
Fazendo coro à mais querida feminista gaúcha, Enid Backes e homenageando a sua sabedoria de 80 anos muito vivos, quero colaborar com a sua fixação no prefixo “in” como aquele caracteriza a postura de nós mulheres (e até alguns homens) que não aceitam os padrões de desigualdade da sociedade atual, sejam eles de classe, de gênero, de raça, de sexualidade ou de idade. Coloco-me como uma indignada, insatisfeita e indisposta a continuar parada no ar enquanto assisto às mortes, ao cárcere privado e vidas perdidas, à insegurança das mulheres e das meninas, e  a quase impunidade que causa “in” negativo, a indiferença da sociedade.
Me escreve por email outra das mais queridas feministas, a baiana Lícia Peres, que se trai pelo título da mensagem: “barbaridade”. Quem vive no Rio Grande sabe o que significa quando se usa este termo por aqui, é o mesmo que “o fim da picada” em outros lugares ou no linguajar culto “inaceitável”, “desumano”. Me fala Lícia sobre o cárcere privado a que foi submetida uma mulher dos 8 aos 28 anos, por um homem de 75 aqui no estado. Menina que foi vendida ao senhor de 55 em troca de alguma coisa, que só não foi um celular e uma vaca, como ocorreu há cerca de seis anos, porque não havia celular na época. Mas foi por bem pouquinho. A família se livrou da menina de 8 e o homem pode usufruir da sua infância, adolescência, juventude, anos que só receberam este nome por uma formalidade, porque vida sem liberdade é o mesmo que morte. Morte de gente viva, morte na vida, vida na morte.
Diz a história contada pelos jornais que há algum tempo, ao saber de há muito que o pai a mantinha em cárcere, uma filha dele exigiu que ao menos se casasse, afinal que imoralidade é esta de viver com alguém com quem não se casou? Ou seja, “estupra, mas não mata” como diria o indecente Maluf há alguns anos atrás, uma vez mais o in em nossa vida, mas o in do mal. Não estrou preocupada aqui com o binarismo, com a discussão filosófica do bem e do mal, estou enxergando que vivemos numa sociedade que faz de conta que está tudo bem, porque, pergunto, haverá modo de devolver vinte anos de vida à jovem que viveu trancada numa casa, sob muros altos e da qual só saiu para assinar papel no cartório que em definitivo passou sua posse ao homem que a violou desde os 8 anos de idade? 
A entrada deste cartório na história me faz dialogar com outra cientista política e sábia, a terceira da minha lista, Carole Pateman, que ao escrever “O Contrato Sexual” identifica a maneira de tornar propriedade aquilo que é posse, e colocar no contrato social que funda a sociedade moderna um anexo (oculto), aquele que vem com os vírus da internet. Você clica nele achando que é do bem e manda de volta a chave para entrar nos seus dados bancários, na sua vida privada. Aliás, isto está na moda, News of the World (sempre acho que é word) que o diga com suas palavrinhas em inglês. Isso dá certo, dá dinheiro, dá fama, e colabora na missão de mostrar ao mundo (agora entendi o trocadilho) que ninguém está a salvo. 
No Brasil sabemos disto já faz tempo, viver e ter saúde física, psíquica, sexual, se você for mulher e pobre ou uma menina, é missão quase impossível. Para lembrar, relaciono a Elisa Samudio, que passou a se relacionar com o jogador famoso e... a cabeleireira que avisou que ia morrer e morreu por omissão do estado no Rio de Janeiro e... a jovem encontrada atirada há um mês numa valeta em São Paulo,  pelos que lhe haviam feito um aborto medieval num país de leis medievais quando se trata do corpo e da sexualidade das mulheres e... a jovem que é libertada 20 anos depois...enfim, lembro que de 1998 e 2008, 41.968 mil mulheres foram assassinadas no país, o equivalente a 4,2 vítimas para cada 100 mil habitantes.
Enid querida, teríamos que usar todos os ins para responder a isto, agregar os “ir”, de irracionalidade, os “im”, de impossibilidade de continuarmos lendo todos os dias as notícias que nos indignam mas que não comovem mais. É como morte materna, que antes ainda comovia mas não movia pedra, hoje, sequer comove, pois morrem “apenas 2 mil por ano”.
Você diz também, Enid, que assim como os dinossauros, que tinham três dedos (nunca chequei isto, mas você é uma sábia) sempre há três saídas para as coisas e que a terceira você já esquece, e com todo o direito. Proponho então que nós, que ainda conseguimos citar três ou mais, façamos um exercício com base nos “in”, convertendo-os em desafios à sociedade e aos governantes. O primeiro deles, é que todos nos indignemos com a violação de direitos humanos das mulheres de todas as idades, sociedade, estado, tudo junto incluído. Não é possível que se considerem humanos os direitos com as mulheres excluídas deles. O segundo, é que nos indiquemos para fazer alguma coisa. Sair do lugar, pegar um telefone, ir às ruas, protestar, denunciar, xingar, mandar um artigo para um jornal,  sair da indiferença que mata e da omissão que viola. O terceiro, não esquecerei, é de lembrar aos governantes de todos os calibres que são eleitos e pagos para que cumpram seus compromissos assumidos em campanhas e em juramentos quando assumem cargos, funções e mandatos, sob o risco de se tornarem incompatíveis com a ética proposta pelos direitos humanos.
Telia Negrão, jornalista, cientista política, da turma das “ins” Enid e  Licia.



 
Telia Negrão
Secretaria Executiva da Rede Feminista de Saúde 
Coletivo Feminino Plural
Av. Salgado Filho, 28, cj 601 - POA/RS - Brasil 
Fones 55 51 32124998 e 81003878</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que o “in” nos mova<br />
Fazendo coro à mais querida feminista gaúcha, Enid Backes e homenageando a sua sabedoria de 80 anos muito vivos, quero colaborar com a sua fixação no prefixo “in” como aquele caracteriza a postura de nós mulheres (e até alguns homens) que não aceitam os padrões de desigualdade da sociedade atual, sejam eles de classe, de gênero, de raça, de sexualidade ou de idade. Coloco-me como uma indignada, insatisfeita e indisposta a continuar parada no ar enquanto assisto às mortes, ao cárcere privado e vidas perdidas, à insegurança das mulheres e das meninas, e  a quase impunidade que causa “in” negativo, a indiferença da sociedade.<br />
Me escreve por email outra das mais queridas feministas, a baiana Lícia Peres, que se trai pelo título da mensagem: “barbaridade”. Quem vive no Rio Grande sabe o que significa quando se usa este termo por aqui, é o mesmo que “o fim da picada” em outros lugares ou no linguajar culto “inaceitável”, “desumano”. Me fala Lícia sobre o cárcere privado a que foi submetida uma mulher dos 8 aos 28 anos, por um homem de 75 aqui no estado. Menina que foi vendida ao senhor de 55 em troca de alguma coisa, que só não foi um celular e uma vaca, como ocorreu há cerca de seis anos, porque não havia celular na época. Mas foi por bem pouquinho. A família se livrou da menina de 8 e o homem pode usufruir da sua infância, adolescência, juventude, anos que só receberam este nome por uma formalidade, porque vida sem liberdade é o mesmo que morte. Morte de gente viva, morte na vida, vida na morte.<br />
Diz a história contada pelos jornais que há algum tempo, ao saber de há muito que o pai a mantinha em cárcere, uma filha dele exigiu que ao menos se casasse, afinal que imoralidade é esta de viver com alguém com quem não se casou? Ou seja, “estupra, mas não mata” como diria o indecente Maluf há alguns anos atrás, uma vez mais o in em nossa vida, mas o in do mal. Não estrou preocupada aqui com o binarismo, com a discussão filosófica do bem e do mal, estou enxergando que vivemos numa sociedade que faz de conta que está tudo bem, porque, pergunto, haverá modo de devolver vinte anos de vida à jovem que viveu trancada numa casa, sob muros altos e da qual só saiu para assinar papel no cartório que em definitivo passou sua posse ao homem que a violou desde os 8 anos de idade?<br />
A entrada deste cartório na história me faz dialogar com outra cientista política e sábia, a terceira da minha lista, Carole Pateman, que ao escrever “O Contrato Sexual” identifica a maneira de tornar propriedade aquilo que é posse, e colocar no contrato social que funda a sociedade moderna um anexo (oculto), aquele que vem com os vírus da internet. Você clica nele achando que é do bem e manda de volta a chave para entrar nos seus dados bancários, na sua vida privada. Aliás, isto está na moda, News of the World (sempre acho que é word) que o diga com suas palavrinhas em inglês. Isso dá certo, dá dinheiro, dá fama, e colabora na missão de mostrar ao mundo (agora entendi o trocadilho) que ninguém está a salvo.<br />
No Brasil sabemos disto já faz tempo, viver e ter saúde física, psíquica, sexual, se você for mulher e pobre ou uma menina, é missão quase impossível. Para lembrar, relaciono a Elisa Samudio, que passou a se relacionar com o jogador famoso e&#8230; a cabeleireira que avisou que ia morrer e morreu por omissão do estado no Rio de Janeiro e&#8230; a jovem encontrada atirada há um mês numa valeta em São Paulo,  pelos que lhe haviam feito um aborto medieval num país de leis medievais quando se trata do corpo e da sexualidade das mulheres e&#8230; a jovem que é libertada 20 anos depois&#8230;enfim, lembro que de 1998 e 2008, 41.968 mil mulheres foram assassinadas no país, o equivalente a 4,2 vítimas para cada 100 mil habitantes.<br />
Enid querida, teríamos que usar todos os ins para responder a isto, agregar os “ir”, de irracionalidade, os “im”, de impossibilidade de continuarmos lendo todos os dias as notícias que nos indignam mas que não comovem mais. É como morte materna, que antes ainda comovia mas não movia pedra, hoje, sequer comove, pois morrem “apenas 2 mil por ano”.<br />
Você diz também, Enid, que assim como os dinossauros, que tinham três dedos (nunca chequei isto, mas você é uma sábia) sempre há três saídas para as coisas e que a terceira você já esquece, e com todo o direito. Proponho então que nós, que ainda conseguimos citar três ou mais, façamos um exercício com base nos “in”, convertendo-os em desafios à sociedade e aos governantes. O primeiro deles, é que todos nos indignemos com a violação de direitos humanos das mulheres de todas as idades, sociedade, estado, tudo junto incluído. Não é possível que se considerem humanos os direitos com as mulheres excluídas deles. O segundo, é que nos indiquemos para fazer alguma coisa. Sair do lugar, pegar um telefone, ir às ruas, protestar, denunciar, xingar, mandar um artigo para um jornal,  sair da indiferença que mata e da omissão que viola. O terceiro, não esquecerei, é de lembrar aos governantes de todos os calibres que são eleitos e pagos para que cumpram seus compromissos assumidos em campanhas e em juramentos quando assumem cargos, funções e mandatos, sob o risco de se tornarem incompatíveis com a ética proposta pelos direitos humanos.<br />
Telia Negrão, jornalista, cientista política, da turma das “ins” Enid e  Licia.</p>
<p>Telia Negrão<br />
Secretaria Executiva da Rede Feminista de Saúde<br />
Coletivo Feminino Plural<br />
Av. Salgado Filho, 28, cj 601 &#8211; POA/RS &#8211; Brasil<br />
Fones 55 51 32124998 e 81003878</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Quem somos por Ciomara Santos</title>
		<link>http://www.feminal.com.br/quem-somos/comment-page-1/#comment-37</link>
		<dc:creator>Ciomara Santos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 22:42:42 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns por mais esse espaço de socialização das questões que envolvem as relações sociais de gênero em nossa sociedade. O mais interessante é o formato que desperta curiosidades. 
Abraços Feministas
Ciomara Santos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns por mais esse espaço de socialização das questões que envolvem as relações sociais de gênero em nossa sociedade. O mais interessante é o formato que desperta curiosidades.<br />
Abraços Feministas<br />
Ciomara Santos</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Quem somos por Ivanise Mantovani</title>
		<link>http://www.feminal.com.br/quem-somos/comment-page-1/#comment-30</link>
		<dc:creator>Ivanise Mantovani</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 02:07:11 +0000</pubDate>
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		<description>Eloá consegui chegar ao Feminal mais feminina do que nunca. Li textos bonitos e verdadeiros e, como sócia-acadêmica, posso dizer que me senti subindo mais um degrau no espaço literário, adquiri conhecimento, li as homenagens e congratulações. Que minha voz se propague no eco para os leitores conhecerem o perfil da
 Academia Literária Feminina do RGS. Parabéns amiga.
 Ivanise Mantovani</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eloá consegui chegar ao Feminal mais feminina do que nunca. Li textos bonitos e verdadeiros e, como sócia-acadêmica, posso dizer que me senti subindo mais um degrau no espaço literário, adquiri conhecimento, li as homenagens e congratulações. Que minha voz se propague no eco para os leitores conhecerem o perfil da<br />
 Academia Literária Feminina do RGS. Parabéns amiga.<br />
 Ivanise Mantovani</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Cursos por Daiala Doebber</title>
		<link>http://www.feminal.com.br/capacitacao/comment-page-1/#comment-23</link>
		<dc:creator>Daiala Doebber</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2010 12:30:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.feminal.com.br/?page_id=281#comment-23</guid>
		<description>Gostaria de saber data de inicio,valor e horário do curso de marketing politico eleitoral.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de saber data de inicio,valor e horário do curso de marketing politico eleitoral.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Quem somos por Daiala Doebber</title>
		<link>http://www.feminal.com.br/quem-somos/comment-page-1/#comment-22</link>
		<dc:creator>Daiala Doebber</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2010 12:27:52 +0000</pubDate>
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		<description>Não basta carregar este substantivo,MULHER temos sempre que provar quem somos,para que viemos, e onde chegaremos.
Mas somos guerreiras e com total certeza esta luta terá nossa vitória.
Excelente Eloá tua iniciativa estamos juntas nesta luta.
Daiala Doebber</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não basta carregar este substantivo,MULHER temos sempre que provar quem somos,para que viemos, e onde chegaremos.<br />
Mas somos guerreiras e com total certeza esta luta terá nossa vitória.<br />
Excelente Eloá tua iniciativa estamos juntas nesta luta.<br />
Daiala Doebber</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Quem somos por alaerte leandro martins</title>
		<link>http://www.feminal.com.br/quem-somos/comment-page-1/#comment-21</link>
		<dc:creator>alaerte leandro martins</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 21:29:31 +0000</pubDate>
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		<description>Olá
Feminal: gostei das informações recebidas por e-mail, pois fiquei curiosa e vim ver quem eram voces, sucesso!
alaerte</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá<br />
Feminal: gostei das informações recebidas por e-mail, pois fiquei curiosa e vim ver quem eram voces, sucesso!<br />
alaerte</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Quem somos por CARMÉLIA MARIA VIANA DA ROCHA</title>
		<link>http://www.feminal.com.br/quem-somos/comment-page-1/#comment-20</link>
		<dc:creator>CARMÉLIA MARIA VIANA DA ROCHA</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 May 2010 01:45:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.feminal.com.br/?page_id=16#comment-20</guid>
		<description>É importante que nós, as mulheres consigamos sair, cada vez mais, do esconderijo de nos mesmas E, COM SSE JEITO COERENTE E CONSEQUENTE DE SER, que nos é peculiar possamos chegar em grandes poroções aos espaços de poder de decisão. Para que possamos, um dia, realmente, viver feliz em uma sociedade, mas justa e pelo menos sem o crescimento acelerado da opreção, de preconceitos de toda natureza e sobretudo de violência.
Parabens pela iniciativa. Que repercute pelo mundo inteiro a nossa voz.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É importante que nós, as mulheres consigamos sair, cada vez mais, do esconderijo de nos mesmas E, COM SSE JEITO COERENTE E CONSEQUENTE DE SER, que nos é peculiar possamos chegar em grandes poroções aos espaços de poder de decisão. Para que possamos, um dia, realmente, viver feliz em uma sociedade, mas justa e pelo menos sem o crescimento acelerado da opreção, de preconceitos de toda natureza e sobretudo de violência.<br />
Parabens pela iniciativa. Que repercute pelo mundo inteiro a nossa voz.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Marketing político e eleitoral, o tema da hora por Marketing político e eleitoral, o tema da hora&#160;&#124;&#160;Blog da Agência Cubuz</title>
		<link>http://www.feminal.com.br/2010/03/marketing-politico-e-eleitoral-o-tema-da-hora/comment-page-1/#comment-19</link>
		<dc:creator>Marketing político e eleitoral, o tema da hora&#160;&#124;&#160;Blog da Agência Cubuz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 12:53:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.feminal.com.br/?p=422#comment-19</guid>
		<description>[...] por Eloá Muniz Via Feninal.com.br [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] por Eloá Muniz Via Feninal.com.br [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Publicidade volta a ter importância na vida dos brasileiros por Publicidade volta a ter importância na vida dos brasileiros&#160;&#124;&#160;Blog da Agência Cubuz</title>
		<link>http://www.feminal.com.br/2010/04/publicidade-volta-a-ter-importancia-na-vida-dos-brasileiros/comment-page-1/#comment-18</link>
		<dc:creator>Publicidade volta a ter importância na vida dos brasileiros&#160;&#124;&#160;Blog da Agência Cubuz</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 12:35:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.feminal.com.br/?p=495#comment-18</guid>
		<description>[...] Via feminal.com.br [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Via feminal.com.br [...]</p>
]]></content:encoded>
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