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Marketing político e eleitoral, o tema da hora

31 de março de 2010

O marketing político é um conjunto de técnicas e procedimentos que tem como objetivo adequar um candidato/candidata ao seu eleitorado potencial, procurando fazê-lo, num primeiro momento, conhecido do maior número de eleitores possível e, em seguida, mostrando seu diferencial, obviamente o melhor posicionado.

Adequar o candidato/candidata ao seu eleitorado potencial significa, basicamente, saber o que pensam e o que querem os eleitores em determinado momento.

A partir dessas informações é possível compatibilizar o discurso do candidato/candidata com os anseios do eleitor, fazendo com que se posicione de acordo com as preocupações da sociedade, sem contrariar sua história política.

O marketing político é algo mais permanente; está relacionado com a formação da imagem em longo prazo.

O marketing eleitoral abrange todas as técnicas de comunicação disponíveis no mercado, iniciando-se por um trabalho de pesquisa e sondagem, que norteará a construção da espinha dorsal da comunicação eleitoral como um todo e do projeto de marketing político.

O marketing eleitoral preocupa-se, portanto, com a formação da imagem em curto prazo. O fator crucial é o tempo.

Os candidatos precisam desenvolver um trabalho contínuo e sistemático de formação de imagem, objetivando aumentar seu poder de influência sobre o eleitor na decisão de voto. Portanto, a estratégia para formação da imagem positiva do candidato inicia-se no marketing eleitoral, é sustentada pelo marketing político, retornando ao marketing eleitoral. Forma-se uma cadeia de construção crescente de imagem, ampliando o espaço político através da aceitação popular e a diminuição do índice de rejeição do candidato/candidata.

No mercado empresarial o consumidor tem garantida a premissa básica do marketing, a plena satisfação. Deste modo, cabe às empresas (públicas ou privadas, nacionais ou transnacionais) assegurar, por seus próprios meios, o completo atendimento das necessidades e desejos de seus consumidores por serviços e produtos de boa qualidade.

Atualmente, esta garantia de satisfação está assegurada de duas formas: a livre concorrência e o Código de Defesa do Consumidor.

A primeira, consagrada em economias liberais, faz com que as empresas que não estejam cumprindo adequadamente suas funções, de satisfazer seus consumidores, sejam substituídas por outras que estejam cumprindo melhor estas funções.

A segunda, o Código de Defesa do Consumidor, dá a garantia legal de que o consumidor lesado, seja por defeito do produto ou por propaganda enganosa, deva ser imediatamente ressarcido dos prejuízos causados pelo fornecedor.

O marketing político/eleitoral isso não acorre, não há um código de defesa do eleitor; à revelia da satisfação com o produto, o consumidor ficará com ele durante quatro ou oito anos, sem direito a troca ou devolução.

Há, ainda, a questão do horário eleitoral gratuito, onde o eleitor não tem alternativa de programação. Além de veicular simultaneamente em todos os canais, não é uma comunicação sutil que respeite o bom gosto do telespectador.

E por fim, o voto obrigatório. Diferentemente do marketing empresarial, onde o consumidor compra se quiser, vê a publicidade se quiser; no marketing político ele não tem alternativa. Ele tem que comprar, ou seja, ele é obrigado a votar. Mesmo que a sua opção seja pelo voto branco ou nulo ele tem que votar.
Para respeitar o eleitor e diminuir o índice de rejeição ao sistema político é necessário que a classe política comece um trabalho sério de melhoria da qualidade do trabalho prestado e da satisfação do eleitor com seu candidato.

É preciso que os políticos sejam realmente representantes dos votos recebidos e dêem respostas satisfatórias aos seus eleitores.

por Eloá Muniz

Diminui tempo das mulheres investido em tarefas domésticas

31 de março de 2010

Mulheres que estudaram 15 anos ou mais dedicam aos afazeres domésticos quase a metade do tempo que mulheres com escolaridade menor, que freqüentaram a escola por até um ano. Esta informação do IBGE diz ainda que quanto menor a escolaridade menor também a renda.

Desde 2001, o tempo gasto com tarefas domésticas vem caindo cerca de 5 horas semanalmente. O acesso aos bens de consumo que agilizam o trabalho no domicílio e o aumento de vagas nos setores de comércio e serviços introduzem o trabalho feminino no mercado aquecido e rentável.

Segundo o IBGE a carga horária média utilizada em tarefas como a limpeza da casa e o cuidado das crianças e dos idosos passou de 28,9 horas por semana em 2001 para 23,9 horas em 2008. A mudança deve-se ao crescimento da participação das mulheres no mercado de trabalho, a busca da renda familiar, que permite a aquisição de bens para equipar a casa – micro-ondas, liquidificador e máquina de lavar- e com a a divisão de tarefas domésticas entre os homens e as mulheres, ainda que tímida.

Segundo Ana Lúcia Sabóia, gerente do IBGE, “a cada ano, cresce o acesso a bens de consumo. A máquina de lavar, por exemplo, é um dos itens mais libertadores da mulher e ainda não é um bem universal no país, como a geladeira já é.”

O acesso a serviços públicos também contribui para a queda no tempo gasto nas tarefas relacionadas à casa, uma vez que a matrícula dos filhos em creches e escolas permite que a mulher exerça outras atividades. E o aumento da renda possibilita a contratação de empregadas ou diaristas para exercer essas atividades dentro da casa.

“As mulheres foram para a rua”, afirma Hildete de Araújo, especialista da Universidade Federal Fluminense, que destaca o aumento da participação das mulheres na População Economicamente Ativa. Segundo o IBGE, em 2008, 47,2% das mulheres com dez anos ou mais no país estavam ocupadas. Em 1992, eram 43,4%.

Apesar do impacto da recessão econômica, EM 2009, os segmentos do comércio e serviços mantiveram-se aquecidos, o que indica que continua crescendo a participação das mulheres no mercado de trabalho. A busca permanente continua sendo pela igualdade salarial para funções exercidas por homens e mulheres.

Aumenta número de mulheres no trabalho, mas salário ainda é menor

24 de março de 2010

As mulheres dobraram sua participação em cargos de presidência, diretoria e gerência de empresas e já ocupam quase metade dos postos de coordenação, tudo na última década. O levantamento foi feito realizado em fevereiro deste ano, 101.369 empresas listadas e traz dados expressivos: atualmente essas profissionais somam 21,88% dos cargos mais elevados, sendo que eram apenas um poço mais de 10% há questão de 13 anos.
No último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE -, mostrou que a escolaridade médias da mulheres em áreas urbanas é de 9,2% anos.Já na dos homens não de 8,2% de estudo. “Preconceitos existem e superamos com trabalho e preparo. Conclui meu mestrado com 23 anos e fiz um segundo, primeiro na área de marketing e depois na administrativa. Hoje, estou tentando fechar meu doutorado”, relata Sheyla Rocha, diretora de negócios do Gad`Retail, empresa que oferece soluções de inteligência estratégica de varejo com foco na experiência de marca.
Sheyla diz que preparo, foco e bagagem fazem a mulher decolar e superar qualquer barreira.
As mulheres são promovidas mais rapidamente que os homens. Elas conquistam cargos mais elevados, em média três anos antes. Qualificadas, elas estão aptas para disputar postos de trabalho com os homens em condições de igualdade. “Noto que conforme a mulher demonstra a sua capacidade, desenvoltura, ela vai de fato conquistando essa receptividade. Isso é notório e pelas áreas que dou consultoria percebo que ela ganha espaço pela credibilidade da sua competência”, observa Dilza Franchin, consultora e conselheira da Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais de São Paulo.
Ela acredita que existem áreas que são mais resistentes à entrada do sexo feminino. “Às vezes a mulher tem muito mais dificuldade, por estar possivelmente ocupando o lugar de um homem que está na mesma linha e nível na corporação”, completa.
. Além de ganhar cada vez mais campo no universo corporativo, a mulher tem diversos outros compromissos na vida pessoal. A principal dificuldade que encontram hoje para assumir cargos de direção e gestão é a questão da conciliação da vida particular com a profissional. Um dos grandes desafios é harmonizar toda a responsabilidade profissional com a família. “É dar conta da casa, da família e estar tudo a contento. Olho e está tudo caminhando bem com os filhos, no casamento e na casa. Dá uma satisfação muito grande, porque são muitos desafios”, opina Leda Blagevitch, diretora de novos negócios da Asyst International, multinacional brasileira de gestão e operação de Tecnologia da Informação.
Sheyla Rocha reforça: “as pessoas pressupõe que a mulher tem que conciliar a vida pessoal com a profissional, e podemos fazer as duas coisas bem, sem precisa dar prioridade para qualquer das duas”, frisou.
Tudo estaria no seu devido lugar se não houvesse discriminação no que toca ao salário. Mesmo contratada para cargos mais elevados para todos os portes e perfis de empresas, elas continuam a receber salários inferiores aos dos homens. Atualmente, para cargos de gerente e diretor, por exemplo, os homens ganham 11% a mais do que as pessoas do sexo feminino. O estudo nesse sentido foi realizado pela Catho Online.
Ai entra a questão da equidade, alvo de diversas matérias do Feminal.
O caminho é longo, mas somente com perseverança, apostando nos desafios vencidos diariamente, é que se chegará ao equilíbrio entre os gêneros no trabalho.

Mulheres são maioria entre novos médicos de São Paulo

6 de março de 2010

Os dados sobre inscrições de novos médicos no Conselho Regional de Medina do Estado de São Paulo (Cremesp) consolidam uma mudança: entre os 3.029 formandos em Medicina que se inscreveram em 2009, 1.645 (54%) são mulheres e 1.384 (46%) são homens.

Os homens representavam 66,43% das novas inscrições em 1980. Vinte anos depois, em 2000, a presença masculina diminuía, mas ainda era predominante, com 55,39% dos novos inscritos no Cremesp.

A inversão nesse cenário ocorreu somente em 2006 quando as mulheres passaram a representar 51,75% dos 3.030 novos registros profissionais daquele ano. Em 2007, as mulheres representavam 52,78% e, em 2008, 52,96 %.

Para o novo Presidente do Cremesp, Dr. Luiz Alberto Bacheschi, neurologista e professor da Faculdade de Medicina da USP, “tendo em vista tratar-se do quarto ano consecutivo com predomínio crescente das mulheres, a série histórica indica a tendência de feminilização da profissão médica no Estado de São Paulo.”

No conjunto dos médicos em atividade, a presença dos homens ainda é majoritária. Dos 101.087 médicos em atividade no Estado em janeiro de 2010, aproximadamente 60% são homens.

O equilíbrio de gênero entre médicos deve demorar mais de uma década, embora em algumas especialidades isso já ocorra. Em São Paulo, dentre as 53 especialidades médicas oficialmente reconhecidas, os homens são maioria em 39 delas e chegam a ser dez vezes mais em Ortopedia/Traumatologia e em Urologia. No entanto, as mulheres têm larga vantagem, por exemplo, em Pediatria e Dermatologia, onde são, proporcionalmente, cerca de quatro vezes mais numerosas que os homens. As mulheres são minoria em Medicina Legal e Medicina Esportiva, dentre outras especialidades.

asp@cremesp.org.br

Mulheres já somam 30% das autuações

6 de março de 2010

Levantamento da Polícia Militar de São Paulo mostra que, em janeiro, 5,6% das motoristas que foram paradas pela fiscalização haviam bebido antes de pegar o volante. Com isso o índice de mulheres reprovadas no teste do bafômetro, durante as blitze da lei seca, na capital paulista, cresceu vertiginosamente.

Em outubro, esse percentual passou para 38,6%, quase quatro em cada dez fiscalizadas. Os dados mostram que a evolução de embriagadas na direção é praticamente constante mês a mês. Em contrapartida, o número total de detectados pelos aparelhos que medem a dosagem de álcool no sangue está em declino – passou de 11% para 4%.

A alta feminina nos flagrantes das operações é impulsionada por dois fatores principais. O primeiro – e responsável direto, acreditam os especialistas – é a mudança recente na forma de fiscalizar a lei seca. Até o primeiro semestre de 2009, a PM organizava as operações de fiscalização de forma aleatória. Nem todos os carros passavam pelos locais das blitze eram abordados e só faziam o bafômetro quem tivesse sinais de embriaguez.

Há cinco meses, porém a estratégia mudou e as mulheres, portanto, deixaram de ser “invisíveis” para os responsáveis pela fiscalização.

O segundo fator para o aumento de embriagadas identificadas é que as mulheres estão consumindo mais álcool, o que também aumenta o comportamento de risco.

Agora, a PM aborda todos os automóveis que trafegam pela via, independente do sexo de quem está no volante. “A maioria dos abordados ainda é homem, mas as mulheres cada vez mais são paradas”, afirmou o capitão Sérgio Marques, responsável pelas blitze.

Quando o fator é saúde, as pesquisas mais recentes mostram maior prevalência do hábito de beber entre as mulheres e aí está outro motivo para o crescimento delas nos números de alcoolizados ao volante. Um levantamento que endossa a invasão feminina nos índices de alcoolismo, feito em instituições públicas de tratamento de São Paulo, aponta que em dois anos cresceu em 80% o número das que buscam consultas por vícios em bebida alcoólica. “Elas estão mais presentes nos bares, nos consultórios clínicos e também nas pesquisas sobre o tema”, confirma o presidente do Centro de Informações Sobre o Álcool (Cisa) e professor da Faculdade de Medicina da USP, Arthur Guerra. “Todas as idades aparecem como foco do problema. As mais novas querem ficar alteradas para ter diversão a qualquer custo, com um prejuízo de autoimagem altíssimo. E as de meia idade buscam o álcool por alguma insatisfação pessoal, solidão e problemas pessoais”.

Dessa forma, as mulheres bebem mais socialmente e também aparecem mais nas estatísticas dos problemas associados ao álcool. Levantamento feito em instituições públicas de tratamento de São Paulo aponta que cresceu em 28% o índice de mulheres das classes econômicas A e B (que ganham acima de 15 salários-mínimos por mês) em tratamento por vício em bebida alcoólica.

Não é a única estatística sobre essa tendência. Entre as garotas com menos de 18 anos, o mesmo fenômeno é atestado. Segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, ligado à Unifesp, 6,4% das moradoras de São Paulo entre 12 e 17 anos apresentam sinais de dependência do álcool.

Nos garotos com a mesma idade, o índice é de 4,9% – com base em uma pesquisa com 4.117 entrevistas.

O reflexo de mais mulheres com o hábito nocivo de beber já impacta no perfil de mortes violentas lembra o sociólogo da Segurança Pública de São Paulo Túlio Kahn. Enquanto no ano de 2000 elas respondiam por 12% dos casos que englobam mortes por assassinatos e também em batidas de veículos, em 2008, o grupo feminino passou para 25%.

Magreza sem controle entre as mulheres precisa de medidas severas de coibição mundial

6 de março de 2010

Essa é a opinião de Marco Antonio Tommaso, psicólogo clínico especializado em transtornos alimentares após a exibição de modelos excessivamente magras durante o SPFW 2010. Ele explicará como as pessoas podem controlar essa obsessão pela magreza excessiva, durante o evento Beleza Sustentável 2010, considerado de utilidade pública.

Fashionistas sentados na primeira fila de um desfile da SPFW 2010 ficaram espantados pelo fato das modelos estarem mais magras do que nunca. Segundo informações veiculadas na imprensa, os estilistas estão com dificuldades em montar seus “castings” e fazem ajustes de última hora e escolhem peças que escondam os ossos saltados das modelos. Além disso, elas andam com dificuldades e a massa corporal de algumas delas estão bem abaixo da média. Diante disso, o empresário Paulo Borges, diretor da São Paulo Fashion Week relatou que a organização do evento deve encaminhar um comunicado às maiores semanas de moda do mundo, entre editores e fotógrafos internacionais para alertar sobre a magreza atual das modelos.
Marco Antonio Tommaso, psicólogo Clínico especializado em transtornos alimentares, concorda com a atitude de Paulo Borges e ressalta também que precisam ser criadas medidas urgentes de coibição mundial para evitar essa busca descontrolada pela magreza. Campanhas educativas para evitar transtornos alimentares e incentivar o emagrecimento saudável com responsabilidade e descartar essa patologia cultural sobre a magreza é o caminho que autoridades no Brasil e no mundo têm que seguir. “Isso é necessário, pois, muitas mulheres se espelham em modelos nacionais e internacionais e buscam o emagrecimento de forma descontrolada e passam dos limites. Depois os resultados são os transtornos alimentares, bulimia, anorexia e muitas vezes o resultado é a morte”, explica Marco Antonio Tommaso.

Marco Antonio Tommaso será palestrante no Beleza Sustentável 2010, Primeiro Evento Mundial de Desenvolvimento Integral do Ser para a Sustentabilidade, que ocorrerá nos dias 10 e 11 de março, no HSBC Brasil, na capital Paulista.

Durante sua apresentação sobre Beleza Física, o especialista relatará como cada mulher pode trilhar um caminho e identificar sua beleza interna, aceitando-se fisicamente e principalmente valorizando o que ela tem de melhor sem cometer grandes absurdos, como por exemplo, adotar medidas de emagrecimento irresponsáveis que não elevam sua auto-estima, mas que acarretam diversos tipos de doenças como já conhecemos atualmente. Seguindo esse caminho, cada Ser pode manter um equilíbrio em todas as suas dimensões, pois, tudo está ligado. A sua auto-estima interfere como cada um age no trabalho e nas relações emocionais, na saúde e em outros aspectos, explica Marco Antonio Tommaso.

O evento Beleza Sustentável trará informações em relação aos cinco tipos de beleza existentes em cada pessoa: Mental, Emocional, Física, Espiritual e Financeira. Os 15 especialistas brasileiros que estarão presentes relatam que todo o conteúdo que será apresentado contribuirá para que cada um siga um caminho com melhor qualidade de vida a longo prazo com qualidade, desenvolvendo-se integralmente como Ser, conquistando resultados plenos e satisfatórios em todas as suas dimensões. Portanto, a missão do Beleza Sustentável 2010 é apresentar informações necessárias para que mulheres e homens possam trilhar um caminho satisfatório em direção à sua própria sustentabilidade, enfim se tornando um Ser Sustentável em todas as suas dimensões.

Além das palestras, o encontro trará apresentações em vídeos com depoimentos e informações de pessoas que conseguiram se destacar em suas áreas de atuação e são bem-sucedidas nas cinco dimensões, revelando suas experiências e conhecimento para o sucesso de suas realizações. O evento vai contar ainda com exposição de ONGs e empresas que contribuem para o desenvolvimento integral do Ser. O evento Beleza Sustentável 2010 é promovido pela Ambiente Global, com apoio institucional da Abracom, Editora Murano, Instituto Mais, Maxpress, São Paulo Convention Visitors Bureau, Majca Innovation & Sustainability, Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento, Bem Receber, SPTuris e Sustainable Business e reunirá mais de duas mil pessoas vindas de todo o País.

Anna Karina Spedanieri   releases@ambienteglobal.com.br 

Licença-maternidade aumenta prazo de folga da mãe

6 de março de 2010

Desde janeiro de 2010 está prorrogada pela Receita Federal a licença-maternidade de quatro para seis meses. Isso é válido para as empresas da iniciativa privada. Com isso, as trabalhadoras tenham acesso a um semestre de licença-maternidade; à empresa poderá aderir, pela internet, ao Programa Cidadã, da Receita Federal. A adesão não é obrigatória, mas oferece vantagens a quem decide participar. O valor gasto no pagamento adicional poderá ser descontado do Imposto de Renda devido. Os primeiros quatro meses de licença-maternidade são pagos pelo empregador, que é reembolsado pela Previdência Social.

O direito só é estendido à trabalhadoras de empresas que fazem opção pela declaração de Imposto de Renda pelo lucro real, o que exclui aquelas que pagam pelo chamado lucro presumido ou que são optantes do Simples federal.

O Banco do Brasil é um exemplo de organização que aderiu à licença-maternidade de seis meses antes mesmo da lei. Em vigor desde março de 2009, a medida de Governança Corporativa já beneficiou 1.200 funcionárias. O banco se antecipou em função de uma série de ações de responsabilidade social que realiza.

Além disso, no mesmo período em que foi incorporada a licença de seis meses, o Banco do Brasil estabeleceu a licença-maternidade, para funcionárias que adotam crianças com idade de até oito anos, sejam homens ou mulheres.

Funcionária feliz, empresa saudável, nisso se resume a questão. Uma funcionária do Banco do Brasil usufruiu o benefício da licença-maternidade de seis meses. Quando veio a notícia da gravidez, ainda em 2008, ela trabalhava no setor de Operações de Crédito. “Assim que tomei conhecimento, via comunicado interno, já manifestei interesse”, confirmou Rafaela Rech, a funcionária do banco estatal.

No período de sua gravidez, o setor no qual atuava foi transferido para Curitiba, no Paraná, e ela optou por continuar em Porto Alegre, migrando para a função de Assistente A no setor de atendimento da agência no bairro Floresta. Além da licença estendida em dois meses, ela tirou um mês de férias para cuidar de sua filha.

Com o todo o tempo da licença, a bancária pôde amamentar sua filha pelo período de seis meses – o mínimo recomendado pelos pediatras para o aleitamento materno. Ela pôde participar de momentos decisivos da primeira infância, como a introdução de novos alimentos na dieta de sua filha e adaptação à escola infantil.

Segundo a bancária, a equipe do BB revê compreensão da sua ausência, e a receptividade dos colegas permitiu que a licença-maternidade não representasse problemas em termos de substituição. Formada em Direito, especialista na área pública, ela cursa atualmente um MBA e acredito que priorizar a maternidade não significa descuidar da carreira profissional. “Estender a licença é muito importante para as mães, em função da saúde do bebê. No entanto, é muito bom voltar a trabalhar. Não se pode deixar a profissão de lado”, disse Rafaela.

Feminologia: a nova tendência da medicina que trata a mulher

6 de março de 2010

O médico feminólogo transcende aos cuidados orgânicos e diagnósticos preventivos, oferecendo um caminho de auto-entendimento e autopercepção para a transformação feminina.

Na medicina existem diversas linhas de trabalho, que se adaptaram na cura de doenças de seus pacientes com o passar dos anos. Constantemente, são divulgados novos estudos e novas técnicas, mas a atenção à individualidade do paciente é o que diferencia os profissionais e suas linhas de atuação. A feminologia tem a feminilidade como valor máximo da mulher contemporânea, com características hormonais, comportamentais e físicas. Além disso, é levado em conta, reconhecer os desvios que causam algumas “doenças” como a tensão pré-menstrual (TPM), depressão pós-parto, depressão no climatério e até disfunções sexuais.

Em 1985, um grupo de médicos de São Paulo iniciou um estudo para tratar a mulher contemporânea unindo o que é aprendido nas faculdades de medicina às teorias da psicologia, aos estudos psiquiátricos e até mesmo a dados antropológicos. Surgia, então, a feminologia que até hoje desperta curiosidade em profissionais e, principalmente em pacientes ávidas por um tratamento diferenciado.
As mulheres de hoje são tão diferentes de suas ancestrais que, somente os conhecimentos da ginecologia clássica ou da psicologia, não dão conta de seu entendimento e atendimento adequados. Os estudos do século passado, que geraram a ginecologia, não tratavam dos males de que sofrem a mulheres atuais: vida competitiva no mercado de trabalho, stress, número menor de filhos, expectativa de vida ampliada.

É importante entender a mulher como um ser complexo e que é resultado do quociente hormonal aliado ao emocional e ao racional. Esta somatória determina inúmeras transformações e alterações no corpo, no humor e no comportamento. Muitos profissionais tentam fazer com que as mulheres não ‘sofram’ com seus hormônios e, para isso, tentam anular suas funções eliminando, assim, a essência e o instinto de feminilidade.

A medicina precisa entender a mulher como um ser totalmente diferenciado e não pode ser tratada como um homem. Na mulher temos que lidar com a menstruação, a gestação, o pós-parto e a menopausa. Isso gera uma enxurrada de hormônios que, quando bem administrados e equilibrados, destacam as maravilhas do ser feminino, deixando de ser um ‘problema’ para as pacientes.

Por isso, é importante que a mulher busque o auxílio de um profissional qualificado e que tenha esse cuidado de tratá-la como um ser único, que precisa estar bem com seus hormônios para ter qualidade de vida.

Dr. Eliezer Berenstein

É o fundador da Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher. Médico pela Faculdade Franciscana de Medicina é especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Federação Brasileira da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia. Também é especialista em Homeopatia pelo Conselho Federal de Medicina. Pós-graduado em Sexualidade Humana pelo Instituto Sedes Sapientiae, de São Paulo, atua voluntariamente como auxiliar de ensino da Faculdade de Medicina do ABC.

Sobre a Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher

A Clínica Berenstein de Atendimento à Mulher é comandada pelo ginecologista e feminólogo Dr. Eliezer Berenstein. Ele reuniu oito profissionais de saúde que atuam buscando a qualidade de vida feminina por meio do exercício da feminologia clínica. Essa nova técnica é aplicada por meio de uma equipe multi e trans disciplinar com bases na filosofia feminológica.

Os profissionais da clínica têm como objetivos a busca pela saúde integral da mulher (física, emocional e existencial) e o desenvolvimento de novas tecnologias de abordagem clínica. Para isso, é necessária uma atuação criativa que vai além dos conceitos e práticas aprendidos formalmente nas faculdades, mas desenvolvidos por uma abordagem sistêmica da vida.

E-mail: diego.bonel@tudoempauta.com.br  

De acordo com pesquisa nacional, mulher lê mais que o homem

6 de março de 2010

As mulheres lêem mais que os homens, diz a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil realizada em 2008. O estudo elaborado pelo Instituto Pró-Livre mostra que a população está acostumada a dedicar muito pouco ou quase nada – ou nenhum – tempo aos livros. Do total de leitores, 55% são do sexo feminino, público maior em quase todos os gêneros da literatura – os homens lêem mais apenas sobre história, política e ciências sociais.

Segundo a pesquisa, a Bíblia é o livro mais lido pela população brasileira – 43 milhões de pessoas já a leram, dos quais 45% afirmaram faze-lo com freqüência.

O segundo colocado é o livro “O Sítio do Pica-pau Amarelo, de Monteiro Lobato, apontado como o escritor mais lido no Brasil”.

A lista dos escritores mais lidos inclui ainda, pela ordem, além de Lobato, Paulo Coelho, Jorge Amada e Machado de Assis.

Cresce o número de famílias na classe A

6 de março de 2010

O topo da pirâmide social mantem-se em crescimento desde 2006, apresentando um aumento de 303 mil novas famílias nos último sete anos. Estas famílias possuem um rendimento mensal acima de R$ 10 mil reais, 20 salários mínimos. São pessoas com perfil diversificado composto por profissionais liberais até consumidores de artigos de luxo, como Porsches e helicópteros.

Com base nas estatísticas do IBGE sabe-se que o rendimento médio da classe A é hoje 48% maior que em 2002. Entretanto, apesar desse crescimento, a classe A em relação ao total da população não alterou, ainda representa apenas 1,9% das famílias brasileiras.

Em comparação, do fim de 2002 até 2009, 1, 146 milhão de famílias ascenderam à classe B (renda de 10 a 20 salários mínimos) e 7,772 milhões à classe C (renda de 3 a 10 salários mínimos). O crescimento da renda não foi muito diferente entre as categorias: dobrou na classe A, cresceu 116% na classe B e 142% para a C.

O crescimento da classe C tornou-se o grande investimento do comércio e da propaganda, mas a classe A mantém-se acima da marca de um milhão de famílias desde 2006 e continua crescendo.